Exceção, Dante aproxima seleção do povo
"Por que não?" Foi assim, rápido e sem um momento de dúvida, que o zagueiro Dante respondeu ao ESPN.com...
"Por que não?" Foi assim, rápido e sem um momento de dúvida, que o
zagueiro Dante respondeu ao ESPN.com.br se a seleção, isolada num banker
em Brasília, deveria se aproximar mais da torcida.
A pergunta não
foi sem motivo. O jogador do Bayern de Munique é uma exceção no
distanciamento que a maior parte da seleção tem de torcedores, hóspedes e
funcionários dos hotéis que abrigam o time e jornalistas.
Enquanto
seus colegas ficam enclausurados na área privativa da seleção nos
hotéis, Dante, desde o Rio, passando por Goiânia e Porto Alegre até
chegar a Brasília, foi figura fácil no saguão do hotel, sempre pronto a
tirar fotos e distribuir autógrafos.
Nos dois primeiros dias de
concentração em Brasília, foi um dos raros que aproveitou a beleza do
lago Paranoá, indo até sua beira para passar longos minutos lá.
No
único treino aberto do time em Goiânia, foi ele o primeiro a ir até o
alambrado, onde dezenas de fãs clamavam por uma foto ou um autógrafo.
Depois, foi seguido pela maior parte dos companheiros.
"Cara, eu
moro fora há dez anos. Lá temos a cultura de ficar perto da torcida.
Acho legal esse contato, a gente fica entretido. Gosto de ouvir o
torcedor falar e aí Dante, foi bem, ou dizer que eu dei mole numa
jogada", falou o zagueiro, que diz entender o distanciamento que a
seleção tem do torcedor na preparação para a Copa das Confederações.
"Estamos
tentando ganhar a confiança do torcedor. Às vezes você encontra quem
está decepcionado e expressa esse descontentamento", afirmou Dante, que
diz estar preparado para receber críticas.
"Eu sou um cara aberto, levo a crítica na boa".
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