domingo, 4 de agosto de 2013

Romântico ou cafajeste? Que tal o melhor dos dois?

Romântico ou cafajeste? Que tal o melhor dos dois?

Romântico ou cafajeste? Que tal o melhor dos dois? - 1 (© Foto: Thinkstock)



Elas gostam dos românticos! Não, elas gostam dos cafajestes! Entre conversas em rodas de amigos, virtualmente com suas leitoras, e em experiências de vida, o escritor e publicitário Ricardo Coiro percebeu que trazer o melhor dos ‘dois mundos’ para os relacionamentos afetivos é uma maneira de fazer dar certo a relação.

Autor de “Confissões de um Cafamântico”, em seu livro de estreia lançado pela editora Schoba Ricardo quer mostrar que ser romântico, cafajeste ou os dois não elimina sentimentos e atitudes como sentir saudades, amar, se apaixonar, ser atencioso, egoísta, covarde, mentir, ser humano com erros e acertos. “O objetivo principal é fazer com que os contos criem sensações antagônicas como sair de um texto do qual você chora, para outro que faz rir e depois sentir tesão, ou seja, passar por uma montanha-russa, um choque de sensações”.

Conversamos com o autor, que falou sobre o personagem que dá vida às histórias que publica na internet nos sites “Casal Sem Vergonha” e “Entenda os homens” e, agora, no livro: o Cafamântico. Será que as mulheres aceitam o lado cafajeste deste homem também romântico e o idealizam? Ele responde: “As mulheres gostam de características de cada um desses arquétipos. E dá, sim, para harmonizar essas duas personalidades sem ser uma ou outra. O romântico obviamente tem qualidades ótimas, mas ser romântico sempre pode torná-lo um cara meloso e cansativo. Às vezes é preciso ter uma pegada um pouco mais forte, mais animal até”.

O autor defende que as mulheres devem se libertar de preconceitos. “As pedradas diárias do machismo fazem com que muitas mulheres, dentro ou fora de relacionamentos, ajam em desacordo com as próprias vontades, com o que lhes daria prazer. Com medo de serem mal vistas, deixam de ousar, não arriscam novas posições, evitam dizer o que gostam, não tomam iniciativa, nem realizam fantasias saudáveis, fazendo com que o relacionamento fique morno, repetitivo e sem sal”. 

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